Vídeo curioso encontrado no UbuntuDicas comparando o tempo de boot entre o Windows Vista, Windows 7, Ubuntu 9.04 e Ubuntu 9.10.
Vejam:
O resultado já era de se imaginar!
Vídeo curioso encontrado no UbuntuDicas comparando o tempo de boot entre o Windows Vista, Windows 7, Ubuntu 9.04 e Ubuntu 9.10.
Vejam:
O resultado já era de se imaginar!
Aleluia!
Arrumei um tempo pra voltar a escrever aqui. Então, vamos lá!
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Hoje, finalmente, vou exemplificar a virtualização na prática, mostrando como se configura o Xen sobre o Linux. No caso, utilizarei o Fedora Core 8 (FC8) como exemplo.
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Antes de começar, vamos apenas aprender nomenclaturas usadas no Xen, Dom0 e DomU. Dom0 nada mais é que o nome dado a máquina que executará o daemon do Xen (xend), ou seja, o servidor das máquinas virtuais. Já DomU são as máquinas virtuais propriamente ditas.
Considero que temos uma máquina instalada com o FC8 que servirá de Dom0.
Sendo assim, devemos instalar os pacotes necessários para o Xen:
$ yum -y install xen kernel-xen
Feito isso, provavelmente, o grub da sua máquina já deverá estar configurado para inicializar com o kernel próprio para que ela seja uma Dom0 do Xen. Porém, é sempre bom garantir:
$ vim /boot/grub/menu.lst
Exemplo do arquivo menu.lst:
# grub.conf generated by anaconda
default=0
timeout=5
splashimage=(hd0,0)/grub/splash.xpm.gz
hiddenmenu
title Fedora (2.6.21.7-3.fc8xen)
root (hd0,0)
kernel /vmlinuz-2.6.21.7-3.fc8xen ro root=/dev/VolGroup00/LogVol00 console=xvc0
initrd /initrd-2.6.21.7-3.fc8xen.img
title Fedora (2.6.25.6-27.fc8)
root (hd0,0)
kernel /vmlinuz-2.6.25.6-27.fc8 ro root=LABEL=/ rhgb quiet
initrd /initrd-2.6.25.6-27.fc8.img
Atente-se para a linha em negrito. A variável default representa o kernel que irá bootar automaticamente. No exemplo acima, a variável é igual a 0, e sendo assim, o primeiro kernel da lista será o default.
Agora, reinicie a máquina para que possamos usufruir do kernel com o xen:
$ reboot
Reiniciada a máquina, podemos verificar se o daemon do Xen está instalado e rodando:
$ service xend status
Se disser que está rodando, beleza! Caso contrário, basta iniciá-lo:
$ service xend start
Agora podemos listar as máquinas virtuais existentes na nossa Dom0.
$xm list
Como nenhuma foi criada, apenas Dom0 será listada.
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Simples, não é?
No próximo post mostrarei como, finalmente, criar uma máquina virtual atavés do Xen.
Até!
Após esse post intruso, vamos voltar ao que interessa e falar mais de virtualização.
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Que a virtualização pode permitir que você execute softwares incompatíveis com seu sistema operacional, você já viram; que ela também permite que sistemas operacionais distintos operem sobre um mesmo conjunto de hardware, isoladamente, vocês também já viram.
Mas como isso é possível? Então eu posso criar inifinitas máquinas virtuais sobre uma única máquina física sem ter perda de performance? Nada disso! Vamos por partes.
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Para que seja possível esse acesso indireto ao hardware por um ambiente virtual é preciso que se tenha instalado um software gerenciador de máquinas virtuais, como o Xen, o VMware, entre outros.
É sobre esse tipo de software que o sistema operacional da máquina virtual é instalado. Portanto, é ele quem funciona como um middleware e faz todo esse intermédio entre o ambiente virtual e o hardware.
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Entretanto, devemos nos atentar às limitações de hardware da virtualização, pois o processamento, a capacidade de armazenamento da memória virtual e o espaço em disco da máquina são compartilhados pelos ambientes virtuais, e sendo assim, o hardware pode se tornar o gargalo da virtualização.
Não podemos simplesmente criar quantas máquinas virtuais quisermos e não termos perda de performance significativo. Devemos dosar o compartilhamento com cautela.
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Faladas algumas das limitações da virtualização, vejamos agora algumas das muitas vantagens que essa solução nos proporciona. Dentre as tantas, podemos citar:
- Segurança: as VM’s (virtual machines) são isoladas e independentes umas das outras
- Redução de custos: necessita-se de menos hardware (menos dispositivos físicos, como computadores, switches etc.) para gerenciar uma rede
- Redução do consumo de energia: devido a redução na quantidade de dispositivos
- Melhor aproveitamento do espaço físico: com menos máquinas a necessidade de espaço diminui
- Melhor aproveitamento do hardware: com o compartilhamento de hardware entre as VM’s numa mesma máquina, reduz-se a ociosidade do mesmo
- Possibilidade de simular redes de computadores com menor demanda de hardware
- Possibilidade de utilizar de SO’s (sistemas operacionais) que não possuam compatibilidade com o hardware sobre o mesmo: caso o software gerenciador de máquinas virtuais seja compatível com esse hardware e possibilite a emulação do mesmo para um SO incompatível
- Facilidade ao migrar ambientes: evita reinstalação e reconfiguração dos sistemas a serem migrados
- Utilização de uma VM como ambiente de desenvolvimento: possibilita testes em SO’s distintos e, por prover um ambiente isolado, evita que falhas na configuração e/ou execução, ou até mesmo vírus, danifiquem o hardware da máquina
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Dentre todas essas vantagens, podemos destacar segurança e redução de custo e espaço. Essas características são cada vez mais procuradas no mercado.
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Portanto, vemos que o conceito de virtualização pode ser algo muito interessante de se aprender e implantar, até porque o mercado vem aderindo cada vez mais a essa solução, que tem muito o que evoluir.
Estou tentando entrar nessa onda, né! :)
Após reclamações de pessoas que adoram perturbar (né Zunim?), vou responder ao meu primeiro post – Porquê criar um blog?.
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Bom, um blog pode ter várias utilidades (e inutilidades também), servindo como refúgio de nerds desocupados, antisociais, e, até mesmo, pessoas que pensam que blogueiro é uma profissão e dedicam cada minuto do seu dia escrevendo diversos temas no seu blog.
Eu, como quase bacharel em Ciência da Computação, resolvi considerar o fato de ter iniciado o meu projeto de graduação e utilizar um blog para me auxiliar nesse pequeno período de grandes aprendizados. Aprender sobre virtualização (tema do projeto), aprender a escrever (tenho uma monografia pela frente), obter informações de pessoas que tenham maior conhecimento de virtual machines, e quem sabe até conseguir uns contatos profissionais.
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É isso aí então.
Até breve!
E finalmente vou começar a escrever nesse blog… Um pouco atrasado, mas ainda em tempo!
Nesse post vou apresentar uma visão bem superficial de virtualização, apresentando apenas conceitos e definições gerais.
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Pra começar, vou conceituar virtualização. A virtualização pode ser definida como o processo que possibilita a execução de mais de um sistema operacional, simultaneamente, sobre uma única plataforma, ou seja, executar máquinas virtuais, isoladas e independentes entre si, sobre uma única máquina real.
Essa definição na verdade condiz apenas com a virtualização em nível de sistema operacional, porém existem outros tipos, como a virtualização em nível de processo.
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A virtualização em nível de processo é a que emula a execução de apenas um processo, possibilitando, por exemplo, a instalação de uma aplicação que é incompatível com o seu SO ou o seu hardware. Por exemplo, pode-se emular a execução do Photoshop, sobre um ambiente Linux, o qual não tem compatibilidade, apenas utilizando-se de um programa, como o VM Ware.
É possível também que instale uma aplicação instável que possa afetar o desempenho e a segurança da máquina, sem correr grandes riscos, visto que as máquinas são isoladas.
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Agora que já foram apresentados dois dos tipos de virtualização existentes, vamos focar na mais interessante – a virtualização de SO – apresentando o conceito de máquina virtual.
Uma máquina virtual é simplesmente um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente, porém sem acesso direto ao hardware da máquina real. Sendo assim, a idéia da virtualização é utilizar de vários ambientes virtuais que proverão serviços isolados e independentes minimizando a quantidade de servidores a serem utilizados.
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Interessante, não?!?!
Pois bem, como primeiro post, acho que está de bom tamanho. No próximo falarei de como a virtualização é possível e de suas desvantagens e inúmeras vantagens.
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Até!
Aleluia!
Finalmente encontrei um estímulo para começar a escrever esse blog. Aproveitando a minha necessidade de desenvolver um Projeto Final para a minha graduação, vou sempre escrever aqui sobre o tema do projeto: Virtualização!
A partir da semana que vem começo a atualizar esse blog com tudo o que eu for aprendendo sobre esse tema.
Até lá!
Escrevo esse primeiro post explicitando minhas atuais dúvidas: por quê se ter um blog? Qual o intuito de um blog? Qual será o tema de abordagem desse blog?
Espero conseguir responder essas dúvidas nos próximos dias.
Sejam bem vindos!